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sábado, 16 de abril de 2011

Azul Linhas Aéreas Brasileiras, só porque quer

A empresa que vos falarei aqui é de grande porte. Tem batido recordes de crescimento em nível brasileiro e talvez até mundial; tanto no quesito "quantidade de aeronaves" quanto no de "passageiros", e também de cidades que são atendidas. Há previsão de serem 42 aviões até o final de 2011. E de 78 dois anos depois. A fundação da empresa aconteceu em 2008, e rapidinho se tornou a terceira maior do país.

A verdade é que eu nunca vi tanto peão andando de avião como atualmente, e em grande parte as inovações se devem à Azul Linhas Aéreas... nome este, como sempre falo, que só serve no Brasil, já que "blue" aos norte americanos significa algo semelhante ao cinza para o brasileiro. Curiosidade à parte, a companhia quase se chamou Samba! Vôte!
Voltando ao assuntos dos "peão", cada vez que viajo tem uma turma tirando foto da poltrona, da escadinha, da tripulação... é parecido com peão, também, quando vai ao shopping de cidades um pouco maiores que a de onde nasceu.

Ponto positivo por puro patriotismo meu é o fato de os aviões serem da Embraer, ao invés de Boings, como costumava ser em outras empresas.


Avaliações:

Atendimento - Quase sempre muito bom, em especial se for excluído o atendimento das informações on line e do 0800, que por vezes deve ser 0400 (com pulso local) para solucionar a sua questão.
Conforto - Não acho a melhor coisa do mundo. O avião tem seus ruídos desagradáveis, e o banco, bem mais ou menos. O fato de o cara que se dispõe a pagar vinte reais a mais para ter acréscimo de 6cm de distância entre poltronas é algo engraçado... 6cm... tsc tsc tsc.




As comidinhas servidas ao longo da viagem são todas boas, mas ainda me pergunto o porquê de servirem isso. As opções, em geral, aí!






Condições de pagamento
- Isso é sensacional! Crédito é a maneira usual entre as compras por net. Mas eu não gosto de usar cartão de crédito! E para pessoas como eu, existe a possibilidade de pagamento por transferência direta ao Banco do Brasil, pela internet, impressão de boleto bancário a ser pago no BB e uma tal de reserva 24h, em q o provável passageiro reserva por 24h a sua passagem com o valor estabelecido. Certa vez houve problema no site da Azul e a mulher do 0400 me passou a conta e a agência a ser depositado o valor da minha passagem... achei isso bem informal e até gostei, tirando a parte da exigência do banco ser o HSBC, e em São Carlos não se ver muito tal banco.

Preço -
Esse fator atrai! Não fosse pela concorrência, o preço não seria tão baixo. Mas aconteceu que a Azul chegou com grande poder aquisitivo, e pode fazer as promoções que a gente acha que eles estão pagando para você voar. A verdade é que eles querem manter a fidelidade conosco, e lotar as aeronaves quando sabem que não vão ser cheias nos preços convencionais. Aí vêm os sustos! De repente (mas bem ocasionalmente) vc pode fazer um voo ida e volta para a meretriz que pariu, por menos de 100 reais. Isso tudo, obviamente, faz parte da guerra de mercado que todas as empresas estão enfrentando atualmente. Acredito que em algum tempo, quando algumas empresas caírem, o preço subirá. Isso tem nome. E é considerado jogo sujo de mercado.

A empresa foi fundada pelo brasileiro estadunidense David Neeleman. O multiempresário nasceu no Brasil e foi para os EUA ainda criança com os pais. Quando adolescente, ele voltou ao Brasil por algum tempo como pregador mórmon. Quando retornou aos EUA, resolveu que gostaria de investir seu dinheiro em algo grande. Por que não abrir uma empresa de cia aérea no Brasil? Algumas línguas dizem que as concessões foram obtidas por parte do governo federal de maneira inescrupulosa, com sangria de dinheiro nos subterrâneos brasilienses, e com alguma coisa a mais por aí... até porque quem conhece a burocracia de se conseguir a concessão de operação em um aeroporto, acha muito estranho que em três anos recordes mundiais de ascenção sejam batidos assim> "plec!*".
*plec = estalar dos dedos.
Cabe lembrar que algumas empresas brasileiras com legitimidade, fecharam as portas, asas e o bico, certas vezes por falta de interesse do governo federal em mantê-las (em parte por razões de endividamento), como a Varig e a Vasp - orgulhos gaúcho e paulista, respectivamente.

Considero o atendimento, o conforto, o preço a facilidade de pagamento, os atrasos (já aconteceram em no máximo uma hora, o que acho ser razoável, em se tratando de Brasil), as facilidades como transporte rodoviário gratuito no interior paulista, catarinense e sul-rio-grandense para as cidades com aeroporto; além de transporte entre aeroportos e diversos outros serviços (alguns bem diferenciais), a nota à Azul Linhas Aéreas Brasileiras (mas profundamente nem tão brasileira assim) é: 3,9 (Escala Mello & Oliveira).


Novidade à parte é o avião Azul rosa, com tripulação feminina e de uniformes também rosa. É ou não uma ótima jogada publicitária?

Feras, um soprinho!

sábado, 2 de abril de 2011

Tempero Manero, a comida do brasileiro!

Mais conhecidos por alguns como "Tempero do Pandeiro", ou qualquer coisa parecida, o Tempero Manero é uma franquia que na opinião de trabalhador em laboratório de simulação numérica e almoçador nos horários pertinentes, vale a pena falar!

Taí o cozinheiro com cara de cruzamento de mexicano com espanhola, que é junto com o tomate, o símbolo da rede de restaurantes!


Conforme o Tomate, escrevo-lhes sobre a maior franquia de restaurantes do Brasil, quando a partir do acendimento de uma lâmpada na cabeça do proprietário, dizendo para que ele abrisse uma franquia de restaurantes, e forçando-o a abrir, em 2005.
Dois anos depois 46 unidades foram inauguradas e, até o final de 2011, serão 170 lojas! Tamanho crescimento... Acho que aí tem coisa!

A verdade é que no Tempero Manero a gente pode comer muito bem por pouco dinheiro.
Não é self-service por completo, nem comida por quilo... e sim uma mistura de um com outro, tal qual o resultado do mexicano com a espanhola.

Self-Service:
Temos direito a dez pratos quentes, entre arroz (2 tipos), feijão (2 tipos), refogados, virados molhos e tudo o que é quente quando é servido.
Temos direito a dez pratos frios, entre saladas e fruta.
Nos é permitido encher o prato, escolher quantas variedades e na quantidade que conseguirmos encher um prato grande (embora raso). Preço para encher o prato: R$3,25.

Comida por quilo:
Como nós somos em geral onívoros, são servidos carnes e massas em variedade também de número dez! Assim, podemos escolher peixe, frango, grelhados, carne de panela, lasanha, canelones e vai... Que mais ou menos variam de um dia para o outro. Preço por quilo: R$ 18,90 (não é um preço barato, mas considerando que pagamos este valor pelo quilo da carne, então aí conpensa).

E asssim, pagando, valor aproximado de R$4,50, (sendo R$3,25 do self-service e R$1,25 de carne) consigo comer esta maravilha de prato que qualquer nutricionista aprovaria.

Ps. A banana é sobremesa da casa, caramelizada e acanelada, enfim, é ótima!



O Tempero existe em mais de 110 cidades nos estados de SP, MG, MS, GO, PR e SC e a mim é altamente recomendável ir se você quiser COMER BEM E SE ALIMENTAR MELHOR AINDA.

Nunca tive problema com mau atendimento de funcionários, com experiência de comer durante um ano, em média, uma vez por semana.
É servido cafezinho.
A variedade é de fato muito boa!

Rasguei elogios e dou nota: 4,9.


Motivo do por quê não 5,0? Em algumas épocas do ano, principalmente quando há greve da USP, o local transborda de gente em certos horários (entre 12h e 12h:30min), e a equipe de funcionários não é suficiente para atendimento pleno da clientela.
Mas, reclamar de nota 4,9 na escala Mello & Oliveira? Não compensa!


Ps. Todas as experiências anotadas são com base em três lojas Tempero Manero da cidade de São Carlos (SP).

Envio-lhes um abraço!! ;)



domingo, 20 de março de 2011

Viação Motta - Viaje!

Para escrever este post eu procurei um pouco de informação no site da empresa, e lá encontrei algumas coisas que teriam me agradado caso eu não a conhecesse.

Para quem quiser conferir: "www.motta.com.br".

Fundada em 1967, portanto, acho que um pouco macaca-velha no ramo, a Viação Motta começou a operar entre os estados paulistas e mato-grossenses (atualmente, Mato Grosso do Sul). Hoje ela tem atendido mais de 400 cidades interligando os estados de SP, MS, MT, PR, MG, GO, DF e RJ. Sua sede fica em Marília (SP). E seu site é classificado nota 3,8 na Escala Mello-Oliveira.

Minha expericência prática com a Viação Motta advém de duas viagens traumáticas; por sinal, as minhas duas piores viagens de longa distância no quesito transporte terrestre... Para ser sincero, não sei se foram as minhas duas únicas nesta companhia.

A primeira aconteceu em 1993, de Cuiabá (MT) a Balneário Camboriú (SC). Tempo de viagem: 40h - coisa ruim é até de se esperar, mas na medida do possível, os funcionários devem fazer os maiores esforços do mundo para que os desconfortos sejam reduzidos. Tirando a parte do homem que estava fedendo na minha frente, acho que bêbado, os ônibus paravam muito, mas isso é reclamação comum. O problema pode ser solucionado com programação linear, mas isso pode ser exigir demais em logística humana, só deve prestar para cargas mesmo. Quanto à Motta em específico, reclamo na verdade é da condição dos ônibus, uma lataiada toda!!
Ao longo dos 1990 km, o banheiro foi lavado duas vezes. Uma delas foi em Campo Grande, a outra no Paraná (quase uma por estado). O banheiro fedia! Nuss! Todo mundo conhece aquele cheiro de produto químico roxo jogado em cima de urina... Os passageiros reclamaram, as respostas dos motoristas eram diretas e inquestionáveis "vai lavar o banheiro só depois". Às duas horas da tarde no interior do Paraná (aliás, estou no interior do PR exatamente agora!), finalmente chegou o momento da higienização. Tinha um problema: ninguém tinha almoçado! O motorista parou o dozerrodas na garagem, ficamos esperando a lavagem do banheiro, criança chorando, gurizada reclamando, a fome apertando que era uma beleza! E pelas duas e meia almoçamos azul. Enfim nós chegamos. Mas isso após muitas horas de chateação. Ali experimentei algo que já teria definido: a Viação Motta é ruim.
A segunda viagem talvez tenha sido ainda pior, o dono da Motta certamente não viaja nos mesmos ônibus que eu. O ônibus QUEBRAVA! Observação especial para o tempo verbal utilizado (terminação "ava"). Ah... que beleza, ah... Que legal! Aconteceu em 2007.Tirando a parte da falta de respeito na relação funcionário/cliente, pois já parecia praxe, a viagem Cuiabá a Rio de Janeiro, 2025 km, (36h, que virou 40h) foi tão traumática quanto. Eu comprei a passagem e lembrei da primeira experiência, eu tinha esperança de que as condições tivessem melhorado, visto que haviam se passado quase 15 anos da outra referência mottistica; mas serviu para bater o martelo a favor da nota que colocarei hoje. Vou explicar. A imprensa local da cidade paulista de São José do Rio Preto quase publicou: "segundo a Delegacia de Polícia lixamento de motorista de ônibus de companhia paulista foi gerada pela falta de consideração com os clientes". Hipérboles à parte, passamos a viagem inteira reclamando das horríveis condições do ônibus. Até que às 22h da noite, depois de diversas paradas para improvisação do motorista na caixa de câmbio, que quebrAVA, o veículo precisou ser definitivamente encostado até a chegada de um mecânico. Em uma parada o motorista perdeu a carteira no acostamento. Ninguém havia jantado. Estávamos todos furiosos, inclusive o motorista, que depois de alguma explicação - lógica - convenceu a massa de aproximadamente 40 pessoas, de que ele também era vítima daquela situação, visto que a Viação Motta não melhorava os ônibus há muito tempo e ele só tinha aquele emprego. O mecânico chegou ao ônibus estacionado no acostamento da rodovia, deu um jeitão para chegarmos à cidade Rio Pretense, a mais próxima. Lá, finalmente jantamos, e enquanto isso, achávamos que o ônibus estava sendo trocado, obviamente, porque não havia outro carropior que "aquele", e "aquele", já estava decididamente no ferro-velho. Ou será que não? Tá, não!!! Havia uma garagem nesta cidade, mas não para gente. Quando ficamos sabendo pelo motorista que a substituição não seria possível, os passageiros ficaram verdes novamente, agora de enfurecimento, e uma greve expontânea surgiu com faixas coloridas, caras pintadas e pneus queimados na rua, protestando contra aquela viagem. Tá... não teve nada disso. Mas fato é que ninguém subiu enquanto não fosse trocado por um melhor. Não quero de forma alguma passar a imagem ruim do motorista, que fez de tudo por nós, na medida do possível, e me parecia estar muito estressado com aquela situação toda. Até porque aquela devia ser somente mais uma viagem do trabalhador trabalhador (substantivo e adjetivo, respectivamente) que era; e outros casos desses já deviam ter acontecido. No final, outro ônibus chegou, mas, à controvérsia das esperanças de "num carro melhor, lá chegaremos", veio outro quase igual, pode-se dizer gêmeo. Como estávamos todos cansados, encostados em uma praça de São José do Rio Preto, e com a promessa de melhora das condições (inclusive banheiro zerado), subimos e continuamos a batalha. Para finalizar, chegando no Rio de Janeiro, já com outro motorista, o segundo carro quebrou novamente; que precisou ser consertado de improviso. E chegamos (eee!). Falei para minha irmã, que me acompanhou nas duas viagens, que não mais viajaria pela empresa de forma alguma. E assim o fiz.


motta.com.br explora a publicidade Motta:

Apresentação
Hoje, a Viação Motta tem em sua frota os ônibus mais modernos fabricados no Brasil, todos equipados com toalete, poltronas super pulman, som ambiente, geladeira, vidros fumê colados, tapetes, porta copos individuais, terceiro eixo, suspensão a ar, etc.


Visão
Ser reconhecida, ao longo dos próximos três anos, como a melhor transportadora de pessoas, cargas e encomendas nas ligações que executa, buscando sempre a ampliação dos mercados emergentes e a excelência dos serviços prestados


A primeira viagem se escreveu em 1993. A segunda em 2007. Pelo exposto no site, poderíamos pensar que houve uma revolução na companhia, tanto de propaganda quanto de sua infraestrutura. Eu poderia finalizar o post agora, dar a nota e ir almoçar, mas acho merecedor pincelar uma história que foi a fonte da ideia para criticar a companhia. No ano de 2010 a Tais foi viajar de São Carlos para Poços de Caldas (MG). Era véspera de feriadão e a única empresa que fazia este percurso. A mestranda comprou a passagem, mas quis trocá-la por outro horário, com aviso de um dia de antecedência. O guichê, funcionário classificado como "grosso" pela cliente, avisou que o outro ônibus não teria ar condicionado, e por ser reserva, era pior. Aconteceu que ela permaneceu com o horário original para viajar em melhores condições. Porém, 1h após a saída, em Araraquara, o ônibus titular quebrou. Rá! Três horas de palavras-cruzadas na estrada. O ônibus reserva (que tinha sim ar condicionado! e por má-vontade não trocou a passagem!) passou! Fizeram um acoxambre no ônibus da nossa amiga para seguiram viagem.

Porém o ônibus quebrou novamente. Permitindo-me dizer que o ônibus QUEBRAVA! Mais três horas olhando a janela. Até substituírem o carro por um reserva do reserva! Afinal de contas, o "reserva-titular" estava chegando em Poços de Caldas a essa hora. O ônibus fedia e o conforto era péssimo. Ela também falou que nunca mais viajaria de Motta.
Conselho direcionado a qualquer internauta.

Empresa: Viação Motta.
Nota: 0,95.
A empresa vai ter que mudar de nome, carro e cor se quiser recuperar sua imagem comigo. E não me avisar seu nome anterior!

terça-feira, 8 de março de 2011

Supermercado Dia%: "Cada dia uma oferta!"

Eis este o slogan da empresa Dia%.

Aliás, como se pronuncia o nome dessa rede de supermercados? A gente fala "Dia Porcento"? Ou só "Dia" e fica o resto subentendido?
Alguém pode responder? Momento leitura não-verbal:




Por essas e outras sua publicidade foi premiada há algum tempo, segundo jornal local. E realmente a marca do % no nome é fenomenal!! Afinal, quantas pessoas devem ter a mesma dúvida que eu AGORA?
Prova de que publicidade conta pra caramba no quesito "atração da clientela" é isso!
Por que digo assim?
Por que na minha opinião o supermercado que vos digo é uma irritação!
Pode ser que a minha experiência "Supermercados Dia %" seja ínfima, pois existem mais de 6.000 lojas em seis países, e conheço apenas duas, da mesma franquia. Assim, se se tratar de exceção, peço minhas excusas.

Fato é que quinta-feira é dia de abastecimento Horta e Pomar, conforme divulgação:




Se o abastecimento horti-fruti (não, granjeiro não há em nenhum %, muito menos dia) é quinta-feira e o supermercado não é bom de abastecimento, existe a gigante possibilidade de na segunda-feira não ser encontrado um tomate, ou maçã, ou laranja... e praticamente qualquer coisa que tenha origem na terra. Aliás, nem na quinta-feira é dia bom para se comprar produtos naturais, porque não tem quase nada.
Certo dia a lâmpada do meu quarto queimou. Fui no Dia% e voltei de mãos vazias: provavelmente é o único que não vende lâmpada ¬¬
Certo dia fui em busca de saco de lixo...
Estante estava ociosa.
Certo dia queria arroz...
Tinha acabado!
Certo dia procurei sabão em barra...
Só achei em pó azul.


O post foi publicado na 2ª-feira, 28 fev 2011. Sete dias depois, noutra 2ª-feira, passei no supermercado, munido de máquina, atirei; olhemos e confiramos a veracidade da postagem:











"Benhê, de salada hoje tem chucrute com ovo, viu?!?"




"Benhê!
De sobremesa tem banana e ameixa, qual tu quer?"















- Ô bem! Só tem daquele achocolatado que não mistura no leite!
- Vai esse mesmo... Pelota de chocolate é ruim mas não é não!

















Há uma vantagem quando se vai fazer compras no supermercado Dia %: existem 4 guichês de atendimento, e acho que isso é suficiente para atender o cliente c/ satisfação. O problema é que a maioria das vezes apenas um caixa está aberto. Flechinha: FILA! IMENSA!

Já vi mulher grávida quase escalando a prateleira para pegar uma caixa de leite que estava na parte mais alta da estante. Lá era o único lugar que tinha algum leite! Fiz minha parte de bom cidadão e pulei um pouco para alcançar o leite à moça.

Por último, sinto-me completamente constrangido cada vez que preciso sair do estabelecimento de mãos vazias (provavelmente por não ter encontrado o produto). Acontece que a entrada oficial é por uma roleta (acho que obeso, conforme a largura, não passa...). A roleta não roda ao contrário. Ou seja, a saída é pelo guichê mesmo, e só! Então, se estou de mãos vazias mirando a rua, preciso me espremer por entre o cliente que está sendo atendido pelo caixa, pedir licensa, desculpas e tudo o mais, só então escapulir! Não digo que é algo para se morrer de vergonha, mas ninguém gostaria de passar pela situação uma vez por semana.

A CRÍTICA CONSTRUTIVA:

*Faltam funcionários - gente, vamos diminuir o desemprego no Brasil e contratar mais! Amplia atendimento e clientela!
*Falta administração - por alguma razão, eu não acho que em nenhuma parte há incompetência de quaisquer dos trabalhadores que andam de roupa vermelha, seja no guichê ou no atendimento. O que falta é um superior que veja os problemas de cima e assim possa solucionar as questões necessárias.
*Falta abastecimento.


Só porque alguns produtos são baratos (e realmente são) eu costumo ir algumas vezes. Para justificar isso e cumprir em termos coerísticos - de coerência mesmo - a minha nota é:
NOTA 1,5.

Resta pouco para ficar um bom supermercado, tirando os muitos pequenos que me irritam o suficiente para essa postagem! Hasta!